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 no dia em que Gal Costa morreu senti que dava um tropeço nas palavras, caminho que ainda passa nunca fui até onde lembrava ter andado subiu um cheiro de fumaça fresca uma voz de séculos de maravilha fruta madura nas esquinas da cidade (sua boca vermelha, os olhos acesos os desenhos que as sombras fazem no asfalto eu imaginando que são assim as galáxias onde pousaram os pés de Gal, os dedos a pele e o peito que sabiam todos os caminhos (levou a gente a graça de ser brega num poema é que dá pra rir e sentir de novo cada palavra um arranhãozinho ardendo no banho cada sentimento divino, profano

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